3 de novembro de 2008

A ORIGEM DA DINÂMICA DO "MORTO, VIVO, MORTO, VIVO"...


Por Jonatas Carlos

Leitores e internaltas que visitam e comentam este blog. Nesta postagem estou abordando um assunto que meche com a imaginação de muitas pessoas. Muitos até estão lendo esta matéria para obter conhecimentos sobre a origem desta dinâmica.

Quem de nós, ao menos um dia em nossa infância não tenha brincado do "morto, vivo", pois é, como neste final de semana houve o feriado do dia dos finados, 02/11. Venho através deste compartilhar este momento que os vivos destinam pra homenagear os mortos. Pois tenho plena certeza de que esta brincadeira do "morto,vivo" tenha sido originada aqui mesmo em São Mateus do Maranhão, é, aqui mesmo e não precisam ficar pasmo com a descoberta.

Um exemplo vivo vou mostrar a vocês de que os mortos em nossa cidade, estão vivos. Nas eleições 2008 aqui em nossa cidade, os cidadãos, no dia 05/10 cumpriram com sua honra e se dirigiu a sua devida sessão pra exercer a cidadania através do voto,e como em São Mateus tudo pode, os mortos não perderam tempo, e, também foram as urnas, é isso mesmo que vocês leram, os mortos foram as urnas.

Incrivel como por aqui isto acontece, aí eu me pergunto: os vivos têm mais medo dos mortos, do que dos próprios vivos. Como é então que os fiscais, mesários, secretários e presidentes de sessões não perceberam que alguns daqueles eleitores que estavam na lista já estavam mortos, mesmo assim enfretarm filas, muitos a tempos que partiram, e os mesmo ainda conseguiu exercer sua cidadania? (a pergunta que não quer calar)

Pois bem, São Mateus vive uma realidade caótica no que diz respeito sobre a atual situação do "Semitério Central" nem se sabem de fato quantos corpos estão habitando o mesmo. E a prefeitura nem se quer estar a se importar com a situação, pelo menos, isso é o que nos parece. Só se tem noticias de que, quando vão perfurar algum buraco para a realização de um próximo sepultamento, ouve-se falar de que onde cavaram, escontraram lá outro já enterrado antes. Ou seja, quantos corpos não já foram enterrados um por cima de outro, tem até sepulturas lá que durante a visita de finados há duas familias prestando homenagens. Além do caos do cemitérios, nem os "mortos" estão descansando em paz! Pois pra completar a situação, ainda ocorrem atos de vandalismos no local, principalmente neste período, que suscede o dia de finados, onde vários objetos são roubados devido às reformas nos túmulos e a colocação de novos objetos de valor, e como o semitério central não dispõe de vigia e nem sistema de iluminação, o descaso acaba contribuindo pro uso de drogas por parte dos vândalos.

E aí fica mais uma pergunta, até quando esta situação vai ficar assim? Quando será a interdição deste cemitério?

Cabe as autoridades analizarem e darem uma resposta concreta à população.

Um comentário:

gabriel pereira gouvea disse...

interessante esse negocio